Lunetas pro espaço!
E ainda nos admiramos.
Admiramo-nos sim, estou convicto, ou talvez não!
Com seu tamanho e seu formato, com sua imensidão...
Tentamos calcular o infindável, as espaçonaves
Medir os anos luz
Saber quando uma estrela nasce
Quando tal astro luminoso deixa de ser e morre feita poeira
É!
Somos nós que julgamos, achamos por pretensão
Cremos que definimos aquilo que nem podemos entender ainda.
Somos nós o tempo todo, uma pergunta?
Uma interrogação soberba, com o rei gordo na barriga
Entusiastas da presunção!
E criatura alguma sabe ao certo, o que se passa na preciosista consciência do infinito?
Esse cavalheiro que caminha pelo sempre, durante toda sua estrada, acompanhado pelo seu fiel escudeiro o relógio alado
Que de tempos em tempos, nos mostra os segredos do seu amigo, sem deixar que ele perceba
Ah universo!
Age feito criança dentro do quintal, tentando ver as charretes que passam voando com os cavalos alados pela rua, pulando por de traz do alto muro de alvenaria.
Eita cara curioso!
Olha-nos tentando compreender e tomar nossas medidas, intrigante mente homo-sapiens.
Pelo que sei, na minha ultima conversa, onde não fui mais que um ouvinte,
Dei-lhe liberdade, deixei o matuto a vontade e assim desabafou:
- Nossa, meu filho quão grande é a imaginação dos humanos, né?
Quão enorme,eu não consigo nem imaginar o tamanho!
Marko kaaone
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